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Friday, March 22, 2013

Salve-se a alma da cidade de Leiria



Carlos do Carmo - Sou o ferro velho

O Largo da Sé, em Leiria, é um dos icons da zona histórica de Leiria. Uma cidade só se conseguirá impor no contexto turístico e económico se os seus administradores não permitirem que ela perca a sua alma. E isso só será possível com um forte impulso na recuperação da sua zona histórica, a área da cidade que a distingue de todas as outras. Já vai sendo tempo de todos os que querem voltar a ter uma cidade bem definida, com as suas caraterísticas próprias, pugnem pela recuperação dos edifícios, ruas, praças, jardins, árvores e comércio tradicional, única forma de manter a identidade Leiriense.

Leiria transferiu-se, de armas e bagagens, para um campo de concentração a que chamamos "Leiria Shopping".
Vamos aceitar, sem contestação, a degradação a que Leiria, como cidade histórica, está a chegar?

É que, entretanto, começamos a ver sinais preocupantes de que não há interesse em preservar a identidade de Leiria. 
Em vez de uma Praça na zona histórica, constrói-se um "equipamento" com linhas modernaças mas completamente fora da traça original da alma da cidade. Árvores que ainda se podiam e deviam manter em pé, abatem-se às dezenas, decapitando pontos de referência e de vida.

O ferro velho.
É isto que queremos para o Centro Histórico de Leiria?!

Wednesday, February 20, 2013

Monday, February 04, 2013

Ao plátano do Telheiro

Na estrada Telheiro (Barreira) - Leiria, ao chegar ao RAL 4

Os braços do plátano à entrada do Telheiro
dobrados por vezes pelo vento
árvore na estrada que a humaniza
qual mão em alto relevo rendilhada

@as-nunes 


Friday, February 01, 2013

Leiria: O desencanto dum recanto encantado

Assim era, antes do último temporal que se abateu sobre grande parte de Portugal, um dos recantos mais encantados de Leiria. Ver aqui e aqui
(Este conjunto arbóreo é dos mais diversificados e harmoniosos de Leiria:
- dois padreiros, falsos plátanos 
- dois Ácer negundo
- uma tília
- uma faia púrpura
- uma melia azedarach
- um liquidâmbar
- a saudade da outra faia, agora está lá o sítio, não houve a preocupação de lá plantar outra em sua substituição.
escrito em 16-4-2011. Ver link)


 No fatídico dia 19 de Janeiro de 2013, a faia púrpura, que tanto embelezava este belo recanto do marachão/Jardim Luís de Camões, terá ficado destroçada pelos ventos fortes que fustigaram toda esta zona. Assim acabou a segunda faia púrpura que compunha um conjunto de árvores, talvez o mais belo e romântico de Leiria. Não deve ser essa a opinião do departamento paisagístico do município de Leiria. O tempo vai passando e as duas faias e a melia azedarach que morreram, não foram repostas ... 
Lamento. Muito. 


Este é o aspeto atual do conjunto deste recanto de Leiria, que já foi um encanto ...
Que desencanto! ...
@as-nunes

Tuesday, January 08, 2013

Uma folha que o inverno ainda não levou...ou já levou?

Na rua 25 de Abril, em Leiria, numa destas tardes, a despedir-me das últimas folhas dos liquidambares...


Sim, não, talvez.

Há nesta árvore uma folha que o inverno
não levou.


Albano Martins
Os primeiros versos de dois poemas (pp 49 e 63)
In
Estão agora floridas as magnólias
Ed. Afrontamento - 2012

@as-nunes

Sunday, December 02, 2012

É outono, quase inverno, e pronto








Em Leiria, junto à ponte do Arrabalde...
-
Se, depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia,
Não há nada mais simples,
Tem só duas datas - a da minha nascença e a da minha morte,
Entre uma e outra coisa todos os dias são meus.

A. Campos

Não me arrependo do que fui outrora
Porque ainda o sou.

A. Campos
@as-nunes

Saturday, October 27, 2012

Gosto da Melia


Parceiros-Leiria: melia azedarach

Gosto da Melia
No outono …
Quem não gostará?
@as-nunes

Saturday, June 02, 2012

Leiria - marachão, um recanto de encantar. Não o deixemos morrer!...





Esta faia de Leiria
de tons púrpura sem par
sem ela não haveria 
este recanto de encantar.

Um conjunto harmonioso
liquidambar, padreiros e tílias
enlaçados no Lis mavioso
retiro de luz em vigílias.

A ELE me seja permitido
aqui pedir uma só bênção
que finalmente seja proibido
um´árvore morrer d´arrancão.

E se assim tiver de ser
o ciclo de vida findar
que se faça reviver
este recanto de encantar.

A este recanto de encantar já lhe foram amputadas duas árvores: 
- Uma outra faia púrpura
- Uma Melia azedarach (escultural, sem igual)

Vejam-se as fotos que aqui já tive tempo de deixar em registo, neste link
Não o deixemos morrer!...

Friday, March 30, 2012

Olaias rubras em Leiria




A tempo:
Devo ressalvar a informação de que se trata de uma olaia; de facto, a Av. N. Sra. de Fátima, em Leiria, tem muitas olaias, mas esta é uma cerejeira do Japão e não uma Olaia. (11Abr2012)
Na Av. N. Sra. de Fátima, em Leiria, no dia 24 de Março de 2012.
Estas serão as flores de olaias, as mais lindas que eu já vi em dias da minha vida...


Horas Rubras

Horas profundas, lentas e caladas
Feitas de beijos rubros e ardentes,
De noites de volúpia, noites quentes
Onde há risos de virgens desmaiadas…

Oiço olaias em flor às gargalhadas…
Tombam astros em fogo, astros dementes,
E do luar os beijos languescentes
São pedaços de prata p’las estradas…

Os meus lábios são brancos como lagos…
Os meus braços são leves como afagos,
Vestiu-os o luar de sedas puras…

Sou chama e neve e branca e mist’riosa…
E sou, talvez, na noite voluptuosa,
Ó meu Poeta, o beijo que procuras!

(Soneto “Horas Rubras”, Florbela Espanca. 
In: Livro de Sóror Saudade. 
Edição da autora, 1923, p. 196. 
@as-nunes   

Câmara Municipal de Leiria: correta informação pública reposta

Estamos no Jardim de Sto. Agostinho no Largo de Infantaria 7, em Leiria. Nota-se, na foto, uma pequena árvore junto a uma placa evocativa, cujos pormenores se podem ler na foto a seguir. Ao lado esquerdo também aparece outra árvore, de pequeno porte. São estas duas árvores, dois Quercus, que estão na origem desta entrada. A do meio, é um Quercus rubra e a placa esteve muitos anos a ele associado, indevidamente. É que na placa se refere que foi plantado um Quercus Robur para comemorar o protocolo de geminação entre as cidades de Leiria e Rheine

Finalmente, há uns meses atrás, recebi um e-mail dos serviços respetivos da Câmara, a informar-me, como cidadão/munícipe de Leiria e autor deste blogue, de que foi plantada uma nova árvore (Quercus Robur) mais ao lado e para o seu pé foi transferida a placa em questão. Como era de toda a justiça e por uma nobre causa.

Esta questão básica foi levantada neste blogue em 2007(2) e reforçada noutras ocasiões (*), tendo inclusivamente, o assunto sido reportado pessoalmente ao atual (já o tendo sido à anterior) Presidentes da Câmara. 


Finalmente, a Câmara emendou aquele erro, um erro grosseiro e impróprio tendo em conta as suas funções de interesse público.
Como se pode observar na foto, aqui sim, temos um Quercus robur.  Repare-se na diferença do formato das folhas. (*)(2)

Aqui fica, então, esta singela, mas útil e dignificante nota (como se impunha) , para que conste. Uma posição digna de louvor por parte da atual Câmara Municipal de Leiria, que é com muito gosto que deixo aqui registado.

Talvez que, por esta via, mais pessoas fiquem a saber distinguir um Quercus robur de um Quercus rubra. (ver pormenores aqui) 
Até porque não considero que esta seja uma questão de somenos, pelo contrário. É cada vez mais necessário e urgente que as autarquias se preocupem a sério com a preservação do património botânico dos espaços públicos. Desta forma dá-se um passo importante para a consciencialização dos cidadãos para  a necessidade de cada um de nós se preocupar com a manutenção das árvores, arbustos, outras plantas e flores das nossas cidades, vilas e aldeias.
Elementar, caros amigos e concidadãos deste planeta. Elementar.
-
@as-nunes   

Thursday, September 29, 2011

Leiria: a história rocambolesca da Rua Ramalho Ortigão

Por aqui passava a histórica "Estrada das Cortes", a EM 256, agora interrompida com uma rotunda, logo a seguir a Quinta de S. Venâncio, do lado esquerdo e a Quinta de Vale de Lobos, do lado direito. O IC36, como que a voar por cima do Vale do Lis. Vamos lá a ver como é que os Engenheiros implantaram todos aqueles monstruosos pilares em pleno leito de cheias do Lis, uma zona agrícola por excelência, votada ao abandono em troca do "Desenvolvimento"?!


O IC36, em rápido progresso de construção, na zona da estrada das Cortes (melhor, a Estrada de Vale de Lobos), os plátanos vistosos da Quinta de S. Venâncio a emergirem deste monstro de betão e alcatrão, qual serpente ondeante em direcção à localidade de Pousos 
(uma comissão de moradores e proprietários a sentirem-se fortemente lesados em virtude de uma extensa área junto ao cemitério ter sido, pura e simplesmente, esventrada a céu aberto, em vez de se ter utilizado a técnica do túnel, o que levou ao desaproveitamento de muitas terras e à desertificação de mais uma significativa área florestal).  


Este carvalho terá, pelo menos, 300 anos, segundo me informaram moradores desta zona de Leiria. O chão está atapetado com as suas bolotas, que o Outono está a usar como meio para ilustrar a sua pintura na paisagem.
Aqui, neste chão em bruto, qual caminho rural, para os antigos carros de bois, começa/acaba uma rua a que a comissão de toponímia acabou por chamar pomposamente "Rua Ramalho Ortigão". Soube da história que estará na origem desta decisão. Este local, mesmo ao lado da rotunda da 1ª foto, agora  aberta ao tráfego, mas ainda em fase de implementação
(vai permitir que se suba para o tabuleiro do viaduto do IC36 que vem do Telheiro e segue ao lado da Quinta de S. Venâncio, atravessa o rio Lis, continuando pelo Vidigal  e Pousos, para finalmente chegar à extremidade nascente: a A1)
era uma zona habitacional constituída por três casas no interior duma zona florestal 
(à base de Carvalhos, que, entretanto estão a ser derrubados inclementemente
e que, por necessidade de acessos para automóveis, passou a ser servida por um caminho em terra batida. Levantou-se a questão do nome a dar a esse caminho. Pôs-se a hipótese de se lhe dar o nome dum antigo proprietário duma dessas casas, que se chamava Ramalho. Vai daí, não sei se para satisfazer parcialmente essa pretensão, acabaram por atribuir a este caminho o nome de Rua Ramalho Ortigão. Uma atitude bastante imprópria, diga-se, pelo manifesto menosprezo dado à figura do grande escritor, companheiro de tertúlia literária de Eça de Queirós.
Neste momento, dadas as obras em que toda aquela área está envolvida, nem sei bem como é que se está a pensar resolver o traçado dessa rua. 
O que espero é que, pelo menos, alguns carvalhos centenários que terão ainda resistido à força bruta das máquinas de movimentação de terras que tudo arrasam em horas, possam ser preservados. Em conversa com uma senhora já duma certa idade e que mora naquela zona, o "Casal de Vale de Lobos", ela própria se manifestou veementemente a favor do não abate desses carvalhos (Quercus robur, na maioria dos sobreviventes).
-
Já aqui abordei o tema desta rua, em tempos em que nem sequer se falava no IC36.
(Pode seguir-se este link)


Moral desta indigente história: o nome "Ramalho Ortigão" foi atribuído a esta rua (que já nem é nem deixa de ser rua) em "homenagem" a um dos pioneiros daquele "Casal" ou em sinal de deferência para com um grande vulto das nossas Letras?!... 
@as-nunes
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Wednesday, September 07, 2011

À atenção da Câmara Municipal de Leiria

É agradável passear no jardim de Sto. Agostinho, em Leiria.

Clicando, pode ler-se o texto alusivo à geminação das cidades de Leiria e de Rheines, na Alemanha.


As folhas típicas dum Quercus rubra, não do Quercus robur.
Lembrei-me de voltar à carga em relação a esta falta de senso, que é manter este carvalho (Quercus rubra) como símbolo dum acto público e de relevo internacional para a cidade de Leiria, porque no texto da placa alusiva se refere explicitamente a um Quercus robur.
Porquê esta teimosia? Ou negligência?


É claro como a água cristalina duma fonte à antiga que aquele carvalho não é um Quercus robur, é um Quercus rubra.


Ainda no tempo da outra senhora tive ocasião de enviar um e-mail à Presidência da Câmara (também alertei, de viva voz, a própria Presidente da Câmara de então) a chamar a atenção para este facto, singelo, mas que é imperioso corrigir. Por vários motivos.
- Imagine-se, por exemplo, que se aproveita o espaço arejado e acolhedor do Jardim de Sto. Agostinho para levar crianças a observar as várias árvores que ali existem: Catalpas, choupos, plátanos, carvalhos, tílias, ulmeiros, salgueiros, freixos, ameixoeiras de jardim, etc.


A discrepância entre o nome referido na placa alusiva ao acto da geminação de Leiria com a cidade alemã de Rheine é notória, para quem consegue distinguir estes dois tipos de Quercus. Mas também é susceptível de gerar confusão para quem queira conhecer as árvores pelos seus verdadeiros nomes.


Não seria tempo de se desfazer este equívoco?
Não seria fácil transplantar este carvalho para outro sítio (pode ficar neste jardim, até podia ficar a simbolizar um gesto de pedagogia ambiental)? E colocar neste preciso local um verdadeiro Quercus robur?


Repare-se na diferença das folhas:

Enquanto este, que plantei há 3 anos no meu quintal, o Quercus robur, tem as folhas ondeadas, o Q. rubra tem-nas ponteagudas. Uma diferença nítida que distingue dois tipos diferentes de carvalhos.
E não me venham dizer que esta é uma questão de somenos. Não é. 
A verdade é que, passados que são vários anos, a árvore colocada no lugar errado continua a crescer...


Só conhecendo a Natureza se pode aprender a amá-la, em consequência, a preservá-la.


Como se impõe cada vez mais, cada dia que passa!...
-
Passo a transcrever, 18 horas após escrever este apontamento:


Há na paz desta tarde
Rente às árvores
Uma tensão oculta um mistério
Um prenúncio de tragicidade
- oco talvez -
Mas são sombrias as sombras
pendentes no movimento pausado
da folhagem
Há formas que nunca viste
Na arquitectura vegetal do momento
Há formas que nunca viste

...
Excerto dum belíssimo poema de Lídia Borges, no seu blogue "Searas de Versos", precisamente, aqui.
@as-nunes
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Thursday, August 11, 2011

Leiria: ao longo do rio Lis


clique para ampliar

Salve, rio Lis!


Cá vamos andando!...




.../
Lá ouvi, com a mesma suavidade
Que me ensinou as rimas hesitantes
Da minha descuidada mocidade
O Lis, tão deleitoso como dantes;
O de Rodrigues Lobo e D. Dinis
Que, se em verso amoroso, meigo e brando,
Prenderam corações, foi porque o Lis
Os ensinou, baixinho, murmurando.
/...


Acácio de Paiva
14/4/1863-29/11/1944
nasceu em Leiria, no Largo da Sé, nº 7


@as-nunes


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Thursday, June 30, 2011

Berliques e berloques


Leiria, tinha eu ido ao Banco, a saber o que é que podia fazer para investir o reembolso do IRS de 2010, o dia estava bonito, a cidade estava pouco movimentada, mas é sempre lindo, este recanto, ali mesmo ao pé do "pastor peregrino", ao fundo o antigo Paço Episcopal, as árvores que se destacam são "melia azedarach", já os seus cacharoletes de flores azuis se transformaram em sementes tipo  berlindes (venenosas, sabiam?), nem os pássaros as comem, lá sabem porquê.


Entrei no carro, a rádio a passar a apresentação do programa do XIX Governo Constitucional.
Para começar: nós na berlinda, o subsídio de Natal, por artes de berliques e berloques, lá se foi, 50% menos uns pozinhos, por enquanto!...


Pronto, lá nos lixaram o esquema, outra vez.
Afinal já decidi, que remédio, é melhor não tocar no reembolso do IRS!... deixá-lo ficar no Banco, que ainda me vai fazer falta para pagar mais este berlique a que se vai chamar Imposto Especial.


Adicional, quer-se dizer!


E a procissão ainda agora vai no adro!


@as-nunes
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Friday, May 20, 2011

Leiria em preparativos para o seu dia

No Largo 5 de Outubro de 1910, o de maior área e mais simbólico de Leiria. 
A preparar-se para os festejos de evocação histórica. 
De 21 de Maio a 1 de Junho, a cidade de Leiria vai recrear o ambiente histórico da Corte d´El Rei D. João III, no ano de 1545, altura em que se criou a diocese e Leiria foi elevada a cidade.


(ver aqui, mais pormenores acerca deste facto histórico)

A propósito. Ali mesmo ao lado (sobre a esquerda da foto) está patente uma exposição de caricaturas no edifício "Ernesto Korrodi" do antigo Banco de Portugal, agora em segundo plano, face à barraca que se vê na fotografia.


Ainda o Largo 5 de Outubro de 1910, todo enfeitado (?!) com pendões a anunciar o 29º Festival "Música em Leiria" (25´Quarta`21h30 - Teatro José Lúcio da Silva), organização do Orfeão de Leiria Conservatório de Artes.
Esta catalpa, toda engalanada, na rotunda do estádio, a dar um ar da sua graça, como que a convidar os visitantes a chegarem-se mais ao Centro Histórico de Leiria.
Amanhã e Domingo são dias para comemorar. 
22 de Maio é oficialmente o "Dia do Município" de Leiria.
@as-nunes
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Friday, May 13, 2011

Recantos de Leiria em revista





1- Depois de passar por debaixo do arco da Torre Sineira da Sé de Leiria, ia eu a caminho da esquadra da PSP, para lá deixar uma reclamação contra o facto de, durante esta madrugada, um grupo de vândalos, ter andado a partir vidros das janelas, à pedrada, no Largo da Sé e área circundante. Ficou feito o registo para a estatística, que para actuação criminal nem vale a pena. Diz que não é possível averiguar das impressões digitais numa pedra que entrou pela janela e se quedou no interior dum quarto num 1º andar.
2- No regresso, aproveitei o facto de estar lá no alto, perto do Castelo de Leiria, para observar a cidade. Aqui temos uma perspectiva do Adro da Sé, por entre uma Tília e um Jacarandá em flor.
3- Uma chaminé típica com a data de 1895 nela gravada. Nas rua D. Afonso Henriques. Observam-se muitas chaminés datadas, por estas bandas. Presumo que signifiquem a data da construção da casa.
4- Abacates, fruto do Abacateiro que se destaca lá no alto, no jardim do edifício do comando da PSP, que já foi o Paço Episcopal.
5- Em frente da esquadra da PSP, esta belíssima e corpulenta Tília tomentosa.
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