Estava eu estacionado, dentro do carro, eis que aqui mesmo à frente do pára-brisas, este melro apareceu, em ligeiras corridas descontraídas...em plena cidade, com as pessoas por perto.
Eu sou irmão gémeo do DISPERSAMENTE... Ainda estou a atravessar a fronteira ...
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Wednesday, February 15, 2012
Friday, January 27, 2012
À espera de transporte...para a outra margem?!
Quem serás tu, amigo?
Na quinta da rampa, canas de milho por cortar, ao fundo renques de árvores a bordejar o rio Lis, quase sem água...
Na Rotunda Rotária (a do McDonalds) e à volta - Leiria
Estacionei o pópó, ia meter gasoil (gasóleo), puxei da máquina fotográfica...
Esperemos o embarque, irmão.
Chegamos sem esperança,
só com relíquias de séculos
na palma da mão.
Pela terra endurecida,
não há campo que aproveite.
Mesmo os rios vão morrendo
pela solidão.
Não sofras por ter vindo.
Alguém nos mandou de longe
para ver como ficava
um rosto humano banhado
de desilusão.
Olhemos esses desertos
onde é impossível deixar-se
mesmo o coração.
Ah, guardemos nossos olhos
duráveis como as estrelas
e seguramente secos
como as pedras do chão.
Iremos a outros lugares,
onde talvez haja tempo,
misericórdia, viventes,
amor, ocasião.
Cecília Meireles
(Tenho andado a ler poesia de Cecília Meireles... até logo, companheiros de Alcanena!)
@as-nunes
Thursday, January 26, 2012
Leiria à noite, a "minha" Leiria
Vim à rua (não me vou embora definitivamente tão depressa, ai não, não), era já noite cerrada, o relógio da Torre Sineira até parece que me quer contradizer...
Aqui começa a Rua Direita (Barão de Viamonte)...então, mas aquele "Centro Cívico" não vai ficar com uma arquitetura assim a modos que um pouco fora do contexto da urbe histórica de Leiria?
O banco do Largo da Sé... parece que na noite anterior andaram por ali uns vândalos a partirem placas de sinalização. Não sei se sabem que isto é um crime grave.
Aqui já é a Rua da Vitória
O Tomé a cortar o último cabelo do dia, fiquei eu a pensar...
BP - Banco de Portugal Leiria (desativado)
Na fachada do BP - quem, o Banco?!...
Gosto do número 7. Este é da Rua da Vitória
Vitória difícil, a da II Guerra Mundial
Aqui também é um nº 7
Na porta ao lado funciona um dos bares emblemáticos de Leiria: "Pharmácia Bar".
-
CANÇÃO DE ALTA NOITE
Alta noite, luz quieta,
muros finos, praia rasa.
Andar, andar, que um poeta
Não necessita de casa.
Acaba-se a última porta.
O resto é o chão do abandono.
Um poeta, na noite morta,
Não necessita de sono.
Andar…Perder o seu passo
Na noite, também perdida.
Um poeta, à mercê do espaço,
Nem necessita de vida.
Andar… - enquanto consente
Deus que seja a noite andada.
Porque o poeta, indiferente,
Anda por andar – somente.
Não necessita de nada.
Cecília Meireles
(Porque amanhã (28) é Sábado, dia de Encontro de Poetas em Alcanena)
(Acabei por deixar aqui mais uma rosa, desta vez, branca como a neve, lindíssima, fotografada há dias no meu jardim. Já que estamos a falar de poesia, seja da Leiria à noite, seja das rosas do meu jardim.
Aproveito o ensejo para, com ela, homenagear também a grande poeta Cecília Meireles.)
@as-nunes
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Friday, January 20, 2012
Tudo isto é vida, Leiria de ontem, de hoje, de sempre...
Passámos a tarde
com a Carolina
a fazer horas
a distraí-la
os pais no trabalho
havia que dar tempo
para as horas passarem
e passeámos o tempo
pelas ruas
da Graça
Vasco da Gama
Cândido dos Reis
Gomes Freire
jardim do Rossio
de Luís de Camões
e do Pastor Peregrino
e das tílias
e do meu Ulmeiro
e da árvore do gelo
e da serradilha
praças
e calçadas
do centro de Leiria
5 de Outubro de 1910
Rodrigues Lobo
Miguel Torga
Afonso Lopes Vieira
azulejos nas fachadas
pormenores
varandas
lampiões
chegou a hora
da ecografia
correu tudo bem...
@asnunes
Friday, January 13, 2012
Leiria, num dia 13, Sexta-Feira
Altas horas da madrugada. Dia aziago, por acaso 13 de Janeiro de 2012, Sexta-Feira. Não estava nada bem, não conseguia dormir. Fui à varanda, meio às escuras, programei a máquina para uns dois segundos de exposição, sem tripé. O resultado foi este, agora até lhe acho alguma piada. Ao menos eu!...
Será que alguém, dos meus amigos que por aqui passam com mais frequência, pelo menos, descortina qual o alvo desta fotografia?
Apesar de não ter dormido quase nada neste famigerado dia 13, mesmo assim fui ao centro da cidade de Leiria. Num momento de possível descontração disparei a objectiva da minha canon SX 30S, estava eu no Largo Cónego Maia. Se ampliarem a foto pode ler-se um poste com referência a uma hipotética ilha ecológica. Nunca percebi muito bem qual a razão deste nome para designar uma zona de recolha de lixos em reservatórios subterrâneos. Uma ilha
subterrânea?!...
Para já não falar da confusão que por ali vai, na perspectiva desta foto, claro!
O carro que aqui vêem estacionado é o meu
(espero que não se tope a matrícula).
Se ampliarem a foto verificarão que tinha acabado de passar um Polícia (de trânsito). Sorte a minha que ele já devia ir a pensar no almoço. Aquele sítio não é para estacionar, ainda que tenha lá uma escapatória, muito discutível e que tem dado azo a n multas.
Afinal este dia 13, Sexta-feira, acabou por não me correr assim tão mal como isso!
Bem, boa noite, caros leitores e amigos.
Vou dormir, que o meu mal é sono!...
Wednesday, December 28, 2011
Eça em Leiria, um grafite a evocar "O Crime do Padre Amaro"
Cheguei ao Largo da Sé, em Leiria, descendo a Rua Cónego Sebastião da Costa Brites, aquela calçada que vem do Largo Manuel de Arriaga, ali ao Governo Civil (ex-Governo civil, que agora já não há governadores civis, sei lá), quem vem da zona do Castelo.
Reparo na azáfama dum fotógrafo, às voltas com o melhor ângulo para fotografar a gravura estampada na parede, como se mostra na foto. Arte Grafite, diz-se.
Se se ampliar, pode ler-se a seguinte legenda: "O seu nome era Amaro Vieira". Ficámos por ali um bocado à conversa sobre quem é o autor daquele mural, parece que já o "Correio da Manhã" andou a investigar quem será o artista mistério (actualização: ver vídeo TVI24), que já fez apresentações deste género, mas sempre originais e propositadas, em vários pontos da zona de Leiria.
Será Leiriense?
Será Leiriense?
Acabámos por chegar à conclusão que até já tínhamos trabalhado na mesma empresa, há muitos anos atrás, falámos imenso sobre máquinas fotográficas, objectivas, lentes, aberturas, velocidades, sensibilidade, tempos passados em que a fotografia era com rolos, etc. etc., trata-se do Filipe, repórter fotográfico profissional, pareceu-me pessoa já muito experiente e activa, falámos do "Diário de Leiria", de Agências de Informação, etc., a primeira página do DL vai trazer hoje, 29 de Dezembro, uma reportagem sobre esta história do artista mistério, acabei por lhe tirar esta foto, os fotógrafos raramente ficam nos "bonecos" está bom de ver, entretanto eu também acabei por tirar uma data de fotografias.
Fiquei com a ideia de que o Eça também estava metido nesta história e lá fui dar mais uma espreitadela no "O Crime do Padre Amaro". E lá está, na pág. 11 da edição da "Lello & Irmão - Editores", não tem a indicação do ano em que foi impresso, mas deve ser dos anos 50/60 do século passado:
"..., o pároco José Miguéis foi definitivamente esquecido.
Dois meses depois soube-se em Leiria que estava nomeado outro pároco. Dizia-se que era um homem muito novo, saído apenas do seminário. O seu nome era Amaro Vieira. ..."-
@asnunes
Monday, December 19, 2011
Largo da Sé, Rua da Vitória, Leiria - Sweet Dreams
Um dia destes,
no Largo da Sé,
em Leiria,
chovia,
ouvia-se
Eddie Vedder
e o seu Ukulele.
-
-
Em tempo - dia 20:
Este meu blogue continua um grande companheiro.
(A minha filha Inês... (depois conto)...).
Cá vai servindo para me manter em ação, em contacto com os meus amigos que por aqui vou encontrando, aturando as minhas notas dispersas, muitas vezes bastante dispersivas... experimentalistas, também (não só as palavras, todo o manancial de inovações multi-media (ou será que devia escrever multimedia?))...
-
Ah, e que dizer do Novo Acordo Ortográfico? Já comecei a ensaiar escrever em conformidade. Mas ainda ando um pouco confuso. Olho para as palavras que me vão saindo do teclado e não as reconheço.
Mas que grande desassossego!
(Aguardo com alguma ansiedade...notícias do Hospital...14h...)
...
21h
Correu tudo bem. A Inês, minha filha, já está em recuperação. Esperemos que depois de amanhã já esteja em casa, ao pé da família, depois de lhe ter sido extraído o apêndice, por via das dúvidas.
@asnunesCorreu tudo bem. A Inês, minha filha, já está em recuperação. Esperemos que depois de amanhã já esteja em casa, ao pé da família, depois de lhe ter sido extraído o apêndice, por via das dúvidas.
Saturday, November 26, 2011
O Fado (Reedição): JÁ É PATRIMÓNIO MUNDIAL
Fui ver o "Corta Fitas" que ficou no cimo da lista da actualidade dos blogues que sigo. Copiei este vídeo...
Há minutos que o FADO é Património Mundial. Aliás, já era, há muito. Já os nossos marinheiros de 500 o cantavam, com toda a certeza, por entre as saudades lançadas aos sete ventos e brisas dos mares de todo o mundo, o conhecido e o desconhecido desta Europa, que se julgava o centro do Universo!...
27-11-2011 (01:00 PM)
Tuesday, November 22, 2011
Leria: numa manhã outonal
Agora passamos mais tempo na freguesia da Barreira, com vistas para o Vale do Lis, as Cortes, a Sra. do Monte e a Serra da Maúnça.
Ora, acontece que, estando nós a cerca de 5 km do centro da cidade de Leiria, por um lado, e à mesma distância da zona comercial, ali para os lados dos Parceiros, o Instituto Politécnico logo ao pé, acessos incríveis, até parece que foram encomendados de propósito, o novo "Santuário" cá do burgo - como já há quem lhe chame - um autêntico carreiro que se abre à nossa frente, qual passadeira rolante de alcatrão novo, lá temos que nos deslocar assim às manhãs ou tardes inteiras, para tratar de assuntos vários.
Hoje de manhã fiquei de serviço ao volante do carro. Como não tinha assim nada de especial a tratar - tinha mas são daquelas coisas que podem ficar para amanhã - vai daí, dei uma volta, mais de passeio do que por necessidade. Claro que, nesses momentos, vem à baila a questão do preço do combustível que se gasta nestas voltinhas e do desgaste do carro...
O resultado está à vista nestas fotografias, tiradas com a minha Canon PC1560 35X zoom digital, vídeo HD. Saíram assim, de imprevisto, à medida que os alvos me iam surgindo. Como se estivesse à caça em terreno conhecido.
Antigamente não era nada disto. Na actualidade, todos nós podemos tirar boas fotografias. Basta ser insistente/persistente, gostar da fotografia e, uma coisa determinante: estar atento ao que se passa à nossa volta. Isto para a fotografia de reportagem, digamos que é mesmo assim, qualquer um de nós se pode transformar num repórter fotográfico. A questão é que, apesar de todas as facilidades de que se dispõe, hoje em dia, mesmo assim nem sempre se conseguem tirar boas fotografias.
O que vos posso dizer, da minha experiência de muitos anos, a sensação que tenho é que serei um eterno amador. Mesmo nos conhecimentos técnicos.
Tenho comprado diversos livros técnicos sobre fotografia, revistas, cursos. Com isso só me confundo ainda mais.
As minhas fotos têm de ser assim, tal como eu as consigo tirar. A minha mestra, boa ou má, é esta mania que se pode dizer que nasceu comigo: fotografar.
Os temas são os mais variados. Olho e vejo uma moldura a envolver uma imagem. Aí está uma fotografia...
@as-nunes
Saturday, November 19, 2011
IC36: ai Leiria do Lis e do Lena
As silhuetas do Castelo de Leiria e do Santuário de Nª Sra. da Encarnação, observadas do viaduto do IC36, com os automóveis a sobrevoar o Vale do Lis.
Provavelmente já não poderei captar esta imagem na via Nascente/Poente em direcção à A19, ou à A8 ou à A17 ou mesmo em direcção à A1, se quiser virar à rotunda do IC36/S.Somão, seguir à rotunda do "McDonald" e seguir a via rápida para os Pousos e auto-estrada.
É que, depois de aberto oficialmente ao tráfego, não se pode parar lá em cima.
Confusões... deve ser por causa da minha dificuldade em me adaptar a estas alterações bruscas, coisas da idade, se calhar, os neurónios a funcionarem com memórias e recordações do que era o tempo do Lis e do Lena cantado por poetas e aproveitado para a agricultura, pastorícia e florestas a perder de vista.
@as-nunes
Provavelmente já não poderei captar esta imagem na via Nascente/Poente em direcção à A19, ou à A8 ou à A17 ou mesmo em direcção à A1, se quiser virar à rotunda do IC36/S.Somão, seguir à rotunda do "McDonald" e seguir a via rápida para os Pousos e auto-estrada.
É que, depois de aberto oficialmente ao tráfego, não se pode parar lá em cima.
A estrada que vem de S. Romão em direcção a Fátima, o Vidigal à vista, de cá de cima do IC36
O vale do Lis, terrenos da Quinta de S. Venâncio, lá em baixo...uma amostra do que era a quantidade de sobreiros que havia nesta zona. (clique para ver melhor, pode ser que eu não tenha visto bem).
No horizonte, a silhueta da Sra. do Monte e da Serra da Maúnça.
Ora cá estão as famigeradas portagens. Fica-se sem se perceber se estas são as taxas por se estar a percorrer o IC36 ou se serão as taxas para quem queira ir para a A8 ou se será a portagem para se seguir pela A19 até à A8. No horizonte, a silhueta da Sra. do Monte e da Serra da Maúnça.
Confusões... deve ser por causa da minha dificuldade em me adaptar a estas alterações bruscas, coisas da idade, se calhar, os neurónios a funcionarem com memórias e recordações do que era o tempo do Lis e do Lena cantado por poetas e aproveitado para a agricultura, pastorícia e florestas a perder de vista.
@as-nunes
Saturday, November 05, 2011
Leiria horizontal
Leiria, fim de tarde
olhar para ocidente
alto da quinta do rei
tentação de pintar
efeitos digitais
pena não ser em tela
só sei fotografar
ao meu modo
este modo desactualizado
não sou de modas
é este o meu olhar.
ave perdida no ar
à procura de pousar
dispersamente...
@as-nunes
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Tuesday, November 01, 2011
Largo da Sé de Leiria: um estaleiro que se eterniza!
Por quanto tempo mais?!...
(mesmo assim, se se ampliar a fotografia, pode-se apreciar flores lilás (nesta altura do ano?!) dum jacarandá.)
-
Ao mesmo tempo (hoje).
Os pormenores do Largo, que se mostram a seguir, talvez contrabalancem aquele desconsolo do inestético estaleiro ali especado há que tempos!
Fotos tiradas do 2º andar do prédio da antiga "Pharmácia Paiva", o da fachada de azulejos azuis - viúva lamego - com figurações alusivas a Hipócrates, Galeno e, eventualmente, a Sócrates (uma história para contar noutra oportunidade).
Esta fachada, que remonta aos fins do século XIX, é, talvez, conjuntamente com o Castelo de Leiria, das preciosidades de Leiria mais fotografadas pelos turistas de todo o mundo que demandam estas paragens. Como é possível ficar-se impassível face a tanta insensibilidade demonstrada pela colocação e manutenção durante tanto tempo do estaleiro de obras que lá está a deslustrar uma das principais salas de visita da cidade?
@as-nunesThursday, September 15, 2011
Um dia de Setembro em Leiria
Ficou um pouco longo, desculpem lá. Pode-se encurtar, arrastando o cursor, eheh
ADENDA: a foto em que se vê um pombo pousado na cabeça dum personagem bucólico, bem conhecido, refere-se à figura de "O Pastor Peregrino" na esquina SW do Jardim Luís de Camões. Claro, está intimamente ligado à maviosa obra literária de Francisco Rodrigues Lobo, daí a referência um tanto desenquadrada, apesar de tudo.
@as-nunesFriday, April 15, 2011
Dentro de ti, ó Leiria: as árvores
Pormenor das folhas dum Carvalho alvarinho, muito jovem, o Quercus robur
Folhas de tília, aquela mais verde e vistosa, plantada na esquina do Jardim Luís de Camões, Leiria, com o Largo do Papa e a "estrada da Figueira"...
Não me canso de a olhar, quase diariamente, já ao longo de muitos anos.
Um pormenor de um dos recantos de maior encantamento de Leiria. Do jardim Luís de Camões, quem olha para aquele conjunto de árvores logo acima da fonte/cascata, que, com o decorrer dos tempos, já nem se percebe muito bem o que é: um lago sem vida, um conjunto de repuxos inactivos, uma fonte em cascata que não o é, uma reminiscência do passado romântico daquele local, o que será? O conjunto é das minhas recordações daquela zona de Leiria que mais vezes tenho fotografado. Acompanho, todos estes últimos anos, a evolução daquele local, com muita regularidade. Até dou pela falta de uma faia que deixaram secar, de tantas barbaridades que ali são cometidas aquando da montagem de barracas ao longo do Marachão para várias actividades. As árvores são utilizadas para as mais diversas finalidades, até para pregar ferros, holofotes, contadores de electricidade, etc.
Este conjunto arbóreo é dos mais diversificados e harmoniosos de Leiria:
- dois padreiros, falsos plátanos
- dois Ácer negundo
- uma tília
- uma faia púrpura
- uma melia azedarach
- um liquidâmbar
- a saudade da outra faia, agora está lá o sítio, não houve a preocupação de lá plantar outra em sua substituição.
Em tempos de FMI em Portugal!...
@as-nunes
Saturday, April 09, 2011
Friday, April 01, 2011
Leiria: os plátanos do rio Lis
Os plátanos a renovarem o seu hábito...
Na margem esquerda do Lis há Tílias, ainda não se nota o noviço das folhas que estão a brotar...
Hoje não me apetece falar da crise, de quem é a culpa do estado a que este país chegou, de bater mais no ceguinho, de fazer coro com as hordas ululantes dos que só se mostram quando vêm que a onda é de feição!...
Que cada um faça a sua parte!...
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Thursday, January 27, 2011
Leiria: Os tempos que correm...
Ontem, em Leiria, ao descer desde a Rua Natália Correia para a Estrada das Cortes, o hábito pré-primaveril e esplendoroso duma mimosa.
Outra perspectiva do mesmo local, focando o contraste de forte impacte ambiental dos pilares do enorme e monstruoso viaduto que vai sobrevoar o Vale do Rio Lis, entre a Quinta de Vale de Lobos, Quinta de S. Venâncio e Vidigal. Uma obra de vulto, sem dúvida, integrada no conjunto que vai constituit o IC36, a ligar a A8 à A1, entre Alto do Vieiro e os Pousos.
Hoje, dia de frio e de chuva.
Uma perspectiva do Jardim Luís de Camões, em Leiria.
As tílias, imagem de marca deste jardim, todas nuas...
Entretanto...

Outra perspectiva do mesmo local, focando o contraste de forte impacte ambiental dos pilares do enorme e monstruoso viaduto que vai sobrevoar o Vale do Rio Lis, entre a Quinta de Vale de Lobos, Quinta de S. Venâncio e Vidigal. Uma obra de vulto, sem dúvida, integrada no conjunto que vai constituit o IC36, a ligar a A8 à A1, entre Alto do Vieiro e os Pousos.
Hoje, dia de frio e de chuva.
Uma perspectiva do Jardim Luís de Camões, em Leiria.
As tílias, imagem de marca deste jardim, todas nuas...
Entretanto...
1- Hoje, logo pela manhãzinha, os pais e alunos do Colégio Conciliar da Maria Imaculada (O Colégio da Cruz da Areia), aqui em Leiria, estão em luta contra o corte drástico no financiamento das Escolas Privadas no âmbito do acordo de cooperação existente com o Estado há mais de 30 anos.
É de referir que estes financiamentos se destinam a fazer face às despesas de funcionamento da Escola na prestação do serviço público de Ensino Obrigatório e gratuito aos alunos do 5º ao 9º anos.
2- Pelas 17h15, na Rádio Batalha, que pode ser ouvida na frequência 104,8 mhz ou via internet seguindo o link www.radiobatalha.com , o autor deste blogue fará uma pequena intervenção na rubrica "Destaque" integrada no programa de Soares Duarte, "Conversas e Ideias", entre as 15h e as 18horas Gmt.
Participe, contactando pelo telefone 244 768440.
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Wednesday, November 17, 2010
Hoje, em Leiria, ao meio-dia
Leiria, da Alameda sobranceira ao Largo 5 de Outubro de 1910, este nome ele próprio para lembrar da Implantação da República em Portugal (o que é feito dos ideais dessa I República?!), o rio Lis, à minha beira, a sussurrar baixinho, ao passar pelo centro da cidade.
Pouco passava do meio-dia, hoje mesmo.
Basta olhar
com devoção
para admirar
o coração
de uma cidade
como Leiria...
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