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Thursday, December 30, 2010

Presidente de quê?!...

(Hoje, de manhã, em Leiria, no Largo 5 de Outubro de 1910)

Ontem, os dois candidatos à Presidência da República Portuguesa, Cavaco Silva e Manuel Alegre, apresentaram-se em debate televisivo.
Quem ganhou? Ouvi esta pergunta hoje de manhã, na Antena Um. Parece que era tema para fórum naquela estação de rádio.
Será que vale a pena estarmos a distrair as nossas atenções do essencial da nossa vida do dia a dia, que para mais já não estamos dotados financeiramente? Estamos a lutar pela sobrevivência, senhores!...

Não nos compliquem mais a vida! Precisamos de facto dum Presidente da República, porque assim determina a Constituição. Mas para que é que queremos um Presidente que, num dia manda recados para o Governo e para a Assembleia da República, a dizer que não pode concordar com o que aprovaram, ou em Conselho de Ministros ou no Parlamento, e no dia seguinte promulga Decretos e Leis que vão contra o seu modo de ver os problemas que afligem a Nação? E o Povo quase que nem se apercebe do que se passa, pois que a legislação é imediatamente publicada em Diário da República, para entrar em vigor logo a seguir ou até com efeitos retroactivos.

Veja-se o caso recentíssimo do financiamento do Ensino Privado e Cooperativo. O Presidente a "barafustar" nas televisões e na rádio contra as decisões do Governo, o Parlamento a aprovar legislação em contra-ciclo com o Governo, o Presidente da República ultrapassado pela publicação da Portaria que vai lançar mais instabilidade no Ensino e mais desemprego.
Afinal o Estado não gasta mais com o financiamento do Ensino Privado do que com o Público, contas já feitas e refeitas. E quando estamos a falar em Ensino Privado até nos referimos a muitos estabelecimentos que se têm substituído completamente ao Estado há muitas décadas. E que estão localizados em zonas onde não há oferta pública; nem tal se justifica, a partir do momento em que as infraestruturas já estão implantadas no terreno e a funcionar com bons resultados. E sem selecção dos alunos, como é óbvio, dado o interesse público do Ensino Ministrado nesses estabelecimentos.

Permito-me abrir um parêntesis para criticar a actuação da FENPROF que, defendendo os professores, não tem defendido os do Ensino Particular e Cooperativo. Não são Professores como os outros?

Resumindo, por ora: 
Temos que admitir que o Regime constitucional vigente deve ser alterado. A questão de mais Presidencialismo ou mais Parlamentarismo deve ser esclarecida duma vez por todas. 
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Talvez não seja má ideia passarmos a ter mais atenção ao que vai sendo publicado no Diário da República electrónico.

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Wednesday, June 03, 2009

Comentários em blogues

Terra-à-Vista disse...
Como Sr Nunes?! Como disse?!Podia repetir? Não ,deixe lá, não é preciso...!!! Já toda a gente percebeu quão confusa vai essa cabecita!!Alguém aqui estava a dicutir outro assunto que não o da ESCOLA PÚBLICA PORTUGUESA? Pois é Sr. Nunes, a Sra DOUTORA E...D.. respondeu-lhe muito bem, lúcida e pertinente como sempre o faz. Mas....que tal falarmos agora de...culinária...automóveis, sei lá?! Pode ser? Mas eu aviso quandoassim o fizer, está bem?Ai, Ai...mais uma oportunidade perdida, Sr.Nunes...a de estar calado!
3 de Junho de 2009 15:28


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Hoje, precisamente, fui presenteado com este comentário num blogue que tenho vindo a acompanhar ultimamente. Por vários moticos:
1- Trata do tema Professores, Ensino Público e outras Políticas... numa Escola Pública;
2- Tem um nome muito apropriado e quem o apadrinhou foi uma minha irmã, que é professora nessa mesma escola. A quem eu quero aproveitar, mais uma vez, para lhe pedir que não se apoquente muito com a guerrilha em que o seu irmão se meteu.
Nem toda a gente concorda com as posições que eu me permito tomar pública e assumidamente. Só falta lá escrever o meu Cartão de cidadão. Coisa que não acontece com comentaristas de meia-tigela, que não se identificam minimamente, preferindo usar "nomes de guerra" para ficarem a salvo no anonimato disfarçado.
E sabem os meus amigos a que propósito é que vem esta rajada de impropérios contra mim? Porque eu, ignorante das matérias tratadas naquele blogue (Ensino e guerra dos professores com o Governo e o partido que o apoia) me permiti escrever a dizer de minha justiça. Por desgraça minha, muitas das minhas congeminações não estavam em sintonia com a linha Editorial daquele blogue e de certas pessoas.
Ao meu comentário fui respondido com armas de vários tipos e calibres. Para evitar talvez desnecessários confrontos verbais, fui-me mantendo em stand-bye. Até que me senti na obrigação de voltar à refrega, até porque já estava a ser insultado com piropos de variada índole provocatória, nitidamente.
Tenho que o dizer: apreciei o nível da minha principal opositora. Pelos vistos uma professora reconhecidamente conceituada na Escola e que, está bem à vista, comanda as operações do blogue.
Snrs. para aqui, professores para acolá, Doutoras à baila, vai daí, este Snr. Nunes, levou com o comentário acima transcrito. Acaso a Sra. comentarista sabe que tipo de canudo é que eu tirei na Escola? É que frisou bem que era o Snr. Nunes em contraponto com a DOUTORA F...
Vindo de uma professora do Ensino Público, nada mau!...
Interessa-me lá que fulana seja Doutora ou Mestranda ou licenciada ou que não tenha grau académico nenhum? A valia das pessoas mede-se pelo que elas são capazes de fazer em prol da sociedade, não em função de canudos mais ou menos bem aperaltados!...
Sem querer ofender quem quer que seja...

Saturday, November 01, 2008

Professores em luta

(Clicando amplia)
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Para quando a resolução da questão entre os Professores e o Ministério da Educação?
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Assim não é possível que o Ensino em Portugal funcione de forma a preparar as novas gerações a ajudar ao desenvolvimento sustentado deste país!
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É que a imagem que se está a projectar para a sociedade não abona nada a favor desta classe profissional...
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- Um simples reparo/sugestão: Observe-se que a forma como este cartaz está colocado deixa muito a desejar, não acham?
Já repararam no seu efeito psicológico desastroso?

(junto ao Tribunal Judicial de Leiria)
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Friday, June 09, 2006

Como chegar a um consenso sobre o Estatuto da Carreira Docente?

Acabei de colocar um comentário no blog ... acerca da questão da proposta de novo estatuto dos professores. O caso é que até tenho vários professores na família e, portanto, este assunto também me afecta psicologicamente.
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http://arteagostinho.blogs.sapo.pt/130354.html
- Carta Aberta à Sra. Ministra da Educação
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Nas minhas deambulações pela internet, particularmente pelo mundo dos blogues, também porque este é um dos que tenho como "recomendados", aqui estou eu, professor que fui nos anos 60, ensino secundário. Não há dúvida que os anos passam e as circunstâncias da vida estão em constante mutação. Naquele tempo não havia problemas deste género, que implicassem tantos itens a discutir, tantas opiniões divergentes, tanta concertação a concertar. Eram outros tempos, sem dúvida. Nem melhores nem piores, eram os tempos daquele tempo.
A actual Snra. Ministra da Educação tem, em mãos, um problema de difícil conciliação. As opiniões são muitas, os professores estão muito mais bem informados, são muito mais contestários. E o caso é que até são capazes de justificar as razões das suas contestações.
A confusão reinante parece-me ser muita. Há algum projecto alternativo, concreto? Que opiniões é que deverão prevalecer? Como chegar a um consenso? Como?
Discute-se em círculo indefinidamente?
Impõe-se com a força dos argumentos dum Governo maioritário??!
António Nunes
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asn