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Tuesday, January 08, 2013

Uma folha que o inverno ainda não levou...ou já levou?

Na rua 25 de Abril, em Leiria, numa destas tardes, a despedir-me das últimas folhas dos liquidambares...


Sim, não, talvez.

Há nesta árvore uma folha que o inverno
não levou.


Albano Martins
Os primeiros versos de dois poemas (pp 49 e 63)
In
Estão agora floridas as magnólias
Ed. Afrontamento - 2012

@as-nunes

Sunday, March 23, 2008

Árvores e Livros


Vivemos, eu e a Zaida, na freguesia da Barreira, que comemorou este ano 270 anos da sua fundação. A Junta de freguesia lembrou-se de recordar os escritores que, tendo nascido ou aqui vivam, têm publicado livros, contribuindo assim para o enriquecimento da cultura e do bom nome da freguesia.
No passado dia 16 do corrente mês, decorrreu no Salão do Centro Paroquial, durante a tarde, uma sessão solene tendo em vista a comemoração do facto de que em 1738 a Barreira foi elevada ao estatuto de freguesia, aproveitando-se o ensejo para homenagear os autores literários e as associações da freguesia. Entre os loureados figuraram: eu, António Nunes ("Caminhos Entrelaçados na freguesia da Barreira" - ed. da Junta de 2005 e co-autor de "José Teles de Almeida Paiva - 1917-94 - uma Vida, Uma Obra, Uma cidade". ed. dos autores de 2004); e Zaida Paiva Nunes (co-autora de "José Teles de ..." e autora de "Pedaços de Mim" - 25 Poemas, col. da Ed. Folheto, ed. 2005).
A Junta encontrou uma forma original e actual de entregar as respectivas homenagens aos autores: Árvores; a da esquerda, Grevíllea Robusta, para a Zaida; a da direita, Liquidâmbar. Aqui estão elas, devidamente plantadas no nosso jardim. Esta operação levou-nos a fazer várias contas de cabeça para desencantarmos um local condigno para as plantar, mas cá estão e serão futuramente acarinhadas com todo o nosso desvelo. Até pelo simbolosmo de que se revestem.
Estão situadas: Grevíllea: zona NW do jardim; Liquidâmbar: zona NW(fonte).
Cá iremos dando conta do seu crescimento...
Posted by Picasa

Thursday, August 16, 2007

Recantos de Leiria

O Rio Lis à nossa direita. À esquerda o Jardim Luís de Camões "requalificado". Quedemo-nos na contemplação deste recanto do Marachão, uma longa alameda lateral ao Lis. O olhar alonga-se na direcção Norte/NW. São 3 horas da tarde, meados de Agosto deste ano sem estações do ano: primavera/outono/primavera/inverno/outono/primavera/verãozito...
As árvores. Estou a aprender a conhecê-las. Quero passar a chamá-las pelos seus próprios nomes. Não é tarefa fácil. Aliás, os serviços de espaços verdes da Câmara também em nada ajudam quem passa...e olha à sua volta...quando olha.
Vejamos: sem me socorrer das minhas notas: da esquerda para a direira: plátano bastardo (padreiro); liquidambar (em primeiro plano a começar a assumir a bela cor vermelha das suas folhas de fins de Verão); faia (pouco se vê da sua copa); uma melia azedarach com os seus ramos cheios de frutos característicos a espreitarem a objectiva.
Ultimamente dou comigo a observar o desenvolvimento destas e doutras árvores de Leiria, ao longo do ano.
Um espectáculo esplendoroso, visto assim na sequência das imagens do ano inteiro!

Thursday, September 21, 2006

AS FAIAS

De acordo com o "Atlas das Árvores de Leiria" ed. de 1992 da C.M.Leiria:
-
Fagus sylvatica var purpurea
-
Nome Vulgar:
Faia
Família:
FAGACEAE
Género:
Fagus
Nome científico:
Fagus sylvatica var purpurea
Folhas:
Ovadas, de margens onduladas e, por vezes, denticuladas,
exibindo dentes muito pequenos
verde-escuras, caducas.
Flores:
Flores masculinas em amentilhos;
inflorescências de flores unissexuadas e nuas ou sem pétalas, que se destacam pela base
flores femininas geminadas, com um invólucro.
conjunto de brácteas, livres ou aderente, que se inserem perto de certas flores ou na base de certas inflorescências e que as rodeiam mais ou menos.
Frutos:
Aquénios,
Fruto seco, indeiscente e monospérmico, isto é, provido de uma só semente.
geralmente agrupados aos pares, numa cúpula
invólucor duro, formado por numerosas brácteas imbricadas ou eriçado de espinhos, revestindo total ou parcialmente os frutos.
castanha coberta de espinhos.
formação pontiaguda e rija, resultante de modificação de um ramo, pecíolo, estípula, etc.
Altura:
Até 40 m.
Tipo de Solo:
Fértil, com boa drenagem, preferencialmente calcário.
Origem:
Europa Central e Ásia Menor
Floração:
Abril a Maio
Utilidades:
Aproveitamento da madeira, ornamental.
Observações: Resistente à poluição urbana.
---

As fotos abaixo datam de 1992 e retratam uma Faia, no caminho em calçada (Marachão) junto ao Rio Lis e no percurso entre o "Turismo" e a Ponte que liga o Largo Papa Paulo VI ao Bairro dos Anjos (Ponte do Bairro dos Anjos é o seu nome actual).
http://leiriana.net/images/blogs/faia_jardimrio.jpg (Pode observar a mesma Faia em foto
tirada em17 de Setembro de 2006 pelo autor).