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| composição da minha neta Mafalda |
Eu sou irmão gémeo do DISPERSAMENTE... Ainda estou a atravessar a fronteira ...
Tuesday, December 11, 2012
Concentrado...
Sunday, July 17, 2011
V. N. de Milfontes - Adeus...
Ainda em V. N. de Milfontes - fotos da Mafalda. Eu só apareço em cena porque alguém havia de a fotografar a ela própria.
Muitas mais fotografias temos para mostrar. Talvez numa próxima exposição, quem sabe?
Tuesday, July 12, 2011
Vila Nova de Milfontes
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Tuesday, May 17, 2011
Luta pela sobrevivência
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Vou ser breve, que estou a registar esta entrada no blogue e a pensar em como a vida tem momentos em que nos põe a pensar no grande mistério que ela própria encerra...
Há dias deixei aqui a certidão de registo de nascimento duma ninhada de gatos. Filhos da "Riscas". Nasceram quatro. Já só estão vivos dois.
1 - A "Riscas" decidiu, numa noite, que era altura de mudar de casa com os seus filhotes. Instalou-se, subrepticiamente, num recanto do jardim, no meio duns cactos, à sombra. Era num daqueles dias de muito Sol e algum calor;
(sem sabermos bem porquê, dois dias depois, mudou de sítio, foi para o fundo do jardim, noutro recanto escondido);
2 - No dia seguinte voltou a fazê-lo, instalou-se num canteiro, tentando dissimular-se no meio duns arbustos, atrás dos restos duma pá, que estava por ali a resguardar a saída de água;
3 - Começou a chover e ela voltou a mudar de sítio. Foi para uma arrecadação onde temos as botijas de gás. Colocou os seus filhotes num cantinho, por trás duma dessas botijas. Ficaram abrigados da chuva e estariam resguardados, pensávamos nós. A "Riscas" continuava muito independente e fazia tudo para nos despistar. Continua muito fugidia.
4 - Qual não foi o nosso espanto, quando, hoje, ao sairmos da cozinha para irmos ao exterior, nas traseiras da casa, deparámos com dois gatinhos, em cima do tapete da entrada. A "Riscas" também lá estava. Quando abrimos a porta, ela afastou-se, mas ficou por ali a observar.
Tinha acabado de cair um aguaceiro tremendo, nesta zona, com relâmpagos, trovoada, chuva e vento intensos.
Acabámos por arranjar uma cama de emergência para os gatitos sobreviventes da ninhada. É que andávamos a tentar conciliar a independência da gata com o nosso interesse em colaborar com a Natureza.
Ficámos comovidos com o facto de a gata, apesar de todo o seu feitio estranho, ter discernido que estaria em segurança se nos pedisse ajuda.
Assim estamos a fazer. A ver vamos o que nos reserva o dia de amanhã...
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Entretanto, também estamos preocupadíssimos com a nossa neta Mafalda. Apareceu a queixar-se de uns inchaços nos pés, já foi ao médico de serviço no Centro de Saúde da nossa zona, também já foi vista por uma médica da família. Temos estado em contacto com a nossa filha, ela também sem saber bem o que fazer. Os médicos parece que não conseguem decidir da origem daquele inchaço.
Antibiótico para começar?!...
É que, entretanto, parece que, recentemente, houve um outro caso muito semelhante (que durou 8 dias, mas já está quase boa) com uma pessoa das relações muito directas da Mafalda.
Estamos preocupados...
Mas temos esperança que amanhã seja um dia mais ameno e animoso!...
@as-nunes
Wednesday, September 08, 2010
Eu, Mafalda Moura
Tuesday, March 25, 2008
Ser ou não ser. Eis a questão.
Pensa em alguém muito especial para ti. Acredita, há sempre alguém que te ama, simplesmente por seres como és.
Concordo plenamente contigo "mafalduca". Espero que haja muita gente que siga este teu conselho, serenamente, sem precipitações... A Vida é uma sucessão incontável de momentos, bons e menos bons, mas temos que aprender a tolerá-los, a encará-los com coragem, sem temor, com vontade de vencer.
Há que fazer pela Vida!... O Diabo não está sempre atrás da porta e se insistir lá estará aquele par de chifres que a tradição recomenda para lhe fazer frente e derrotá-lo. Também temos a possibilidade de lhe dar uma vassourada, de preferência com aquelas vassouras que o povo fazia antigamente, não há tantos anos como isso, com a chamada giesta vassoura(giesta amarela-Cytisus striatus).
Vê lá tu as coincidências/surpresas que a vida nos proporciona. Acabei de fotografar as primeiras giestas amarelas que vi em flor este ano. Se bem se ler um dos posts recentes deste blogue lá se vê que escrevi sobre maias, giestas amarelas, giestas brancas, pascoinhas. Um bocado confuso tenho que o dizer. Mas essa oportunidade aguçou-me a curiosidade de recapitular os parcos conhecimentos de botânica básica (com os nomes vernaculares na maior parte dos casos).
Assim sendo, quero agradecer-te pelas palavras de ânimo que estás a deixar para os outros que te lerem. Vou tentar retribuir-te.
Assim:
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Viva eu 100 anos, vou cá ficar!...
Zaida, Inês, Bruno, Mafalda, Gui, Carolina
Corre o ano de 1966
Rua Direita, Viseu, Outono.
Acabei os exames do ICP
Esforço pr´além do sono.
Vou para Leiria.
Viagem sinuosa, comprida
Esperança quase arrependida
Estação dos Claras, fim de jornada
Nova e decisiva etapa da minha vida.
Não conhecia o Centro/Oeste,
A fala a cantar, calor abafado,
Barracão do Cinema, terra batida,
Restaurante Peninsular,
Onde me instalar?
Aqui mesmo ao lado,
Quarto alugado.
Ontem aluno, hoje professor
Escola Técnica, Castelo ao sol-pôr
Das suas ameias, um ensurdecedor,
Stor! És jovem, não tens temor?!
Luta interior, plangente!
Fico, não fico, coisa imprevista
A tropa a dois passos, obrigatória.
Hesitação de pouco tempo.
Subo a calçada do Castelo,
Porta à vista
Setas rasam-me…Vitória!
Hoje, tão Leiriense como os que o são,
Tranquilamente a vaguear, a laborar
Boavista, Leiria, Amor, Praia do Pedrógão,
E a Barreira, há lá ares como os da Barreira?
Viva eu 100 anos, vou cá ficar!…
Maio de 2005
António Nunes
Thursday, November 29, 2007
Feliz Aniversário!
Hoje fazes anos!
Parabéns!
Que sejas muito Feliz!
Que a flor, hoje adolescente
Continue a ser a mais bonita
E a sua vida
Cheia de sucessos e Alegria!
Wednesday, November 29, 2006
Parabéns!...

Parabéns a você
Sabem quem faz hoje aninhos?
Onze, mais concretamente?
A Mafalda? Acertaram!
É ela, precisamente.
Onze anos já passaram
Desde que ela nasceu.
De então até agora
Só alegrias me deu.
Porque ela é, acreditem,
Uma menina adorável.
Bonita, cheia de vida,
Ternurenta e afável.
E se onze anos já fez
Muitos mais eu lhe desejo.
Parabéns, querida netinha,
Abracinhos e um beijo.
Avó Zaida

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Faço meus os versos da avó. É como se eu próprio os tivesse escrito. Sinto-os da mesma maneira!
Avô Tó


