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Tuesday, April 30, 2013

Que fazer, tenho esta vista mesmo à minha frente, sempre igual sempre diferente?! ...

Sra. do Monte, Sª da Maúnça (cordilheira Serra d´Aire e Candeeiros), Cortes, Vale do Lis... 
(...)





Num momento de pausa... há dias atrás.
Cá está mais um ciclo das rosas. 
Serão as mesmas de outros anos? ...
@as-nunes

Friday, January 04, 2013

Instantâneos de vida



Fui ao dentista, já há uns tempos que andava com um dente a precisar de arranjo. Eram umas 5 menos um quarto da tarde. Se tiver alguma coisa a fazer ainda tem tempo, só para as 5 e meia é que haverá vaga.
Tinha saído de casa precisamente com este objetivo. Fazer uma revisão a um dente.
De modo que, para não perder o estacionamento que tinha conseguido, mesmo ali ao pé da clínica, peguei na minha Nikon D3200 com objetiva 18-105 mm e fui dar uma volta pelas redondezas. Zona da Cruz da Areia, Prisão Escola, por ali. O dia estava a declinar e, claro, a luz crepuscular iniciava uma dança melancólica com a sombra. 
O horizonte dava mostras de pressa para se recolher ao negro da noite. Viam-se nitidamente os rastos de condensação deixados pelos aviões a circularem na rota costeira, a esta hora mais na direção Sul Norte. 
Tirei uma data de fotografias.

Eis mais algumas:


Momentos antes de entrar na clínica.
Estamos em Leiria.
@as-nunes

Monday, June 04, 2012

Tempo de rosas...

Carolina
Mafalda
Inês
Zaida
Encarnação, Eva, anos e anos de rosas...


ROSAS ENCANTADAS

Rosas de todas as cores
Florescem no meu jardim
Uma dádiva seus odores
Parece que chamam por mim

Não me canso de as olhar
À compita com o jasmim
Presença etérea e singular
Beldades ao pé de mim

Hábitos antigos e atuais
Rosadas, amarelas, carmesim
Como que soltam sinais
Mensagens dirigidas a mim

Rosas, rosas, rosas…

Airosas
Viçosas

Vistosas, sedosas, amorosas  
                                       Olá..Cláudia         


junho 2012

Thursday, May 17, 2012

Rosas de Egito Gonçalves


 

Mais uma voltinha pelo meu jardim/quintal...as couves, os tomateiros, as alfaces, as cebolas, etc estão em plena forma, também...

Pode uma rosa
sofrer de insuficiência cardíaca?
Podem substituir-lhe
as coronárias por uma safena?
que não contava com essa?
Podem as dificuldades ser maiores,
ou menores, conforme
a rosa seja branca ou vermelha?
A rosa do povo
que rompe do asfalto
perde o fôlego ao subrir as escadas?
A rosa murcha mais depressa
que o homem, é certo. Os meus espinhos,
voltados para dentro, ferem-me
a mim mesmo. Toda uma lista
de diferenças se pode fabricar
para mostrar o absurdo
da rosa cardíaca.
Não preciso reflectir muito
para saber
que não sou uma rosa. E a rosa
poderá ter água nos pulmões?
Há hospitais para rosas?

Egito Gonçalves

A pensar no próximo encontro de Poetas na Biblioteca Municipal de Alcanena, no próximo dia 26 deste mês, e no meio dum roseiral  cheio de espinhos de preocupações várias, nomeadamente prazos para cumprir com o Fisco... 
ai a Grécia e os efeitos colaterias para toda a Europa se tiverem de sair da zona €uro! Mas então já não há Economistas e prémios Nobel?!...
e na sessão do dia 31 no Mercado de Santana...para evocarmos Acácio de Paiva, por iniciativa da Câmara Municipal de Leiria!
...
@as-nunes 
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Thursday, January 26, 2012

Leiria à noite, a "minha" Leiria

 Vim à rua (não me vou embora definitivamente tão depressa, ai não, não), era já noite cerrada, o relógio da Torre Sineira até parece que me quer contradizer...
 Aqui começa a Rua Direita (Barão de Viamonte)...então, mas aquele "Centro Cívico" não vai ficar com uma arquitetura assim a modos que um pouco fora do contexto da urbe histórica de Leiria?
 O banco do Largo da Sé... parece que na noite anterior andaram por ali uns vândalos a partirem placas de sinalização. Não sei se sabem que isto é um crime grave.
 Aqui já é a Rua da Vitória
 O Tomé a cortar o último cabelo do dia, fiquei eu a pensar...
 BP - Banco de Portugal Leiria (desativado)
 Na fachada do BP - quem, o Banco?!...
 Gosto do número 7. Este é da Rua da Vitória
 Vitória difícil, a da II Guerra Mundial

Aqui também é um nº 7
Na porta ao lado funciona um dos bares emblemáticos de Leiria: "Pharmácia Bar".
-

CANÇÃO DE ALTA NOITE

Alta noite, luz quieta,
muros finos, praia rasa.

Andar, andar, que um poeta
Não necessita de casa.

Acaba-se a última porta.
O resto é o chão do abandono.

Um poeta, na noite morta,
Não necessita de sono.

Andar…Perder o seu passo
Na noite, também perdida.

Um poeta, à mercê do espaço,
Nem necessita de vida.

Andar… - enquanto consente
Deus que seja a noite andada.
Porque o poeta, indiferente,
Anda por andar – somente.
Não necessita de nada.

Cecília Meireles


(Porque amanhã (28) é Sábado, dia de Encontro de Poetas em Alcanena)




(Acabei por deixar aqui mais uma rosa, desta vez, branca como a neve, lindíssima, fotografada há dias no meu jardim. Já que estamos a falar de poesia, seja da Leiria à noite, seja das rosas do meu jardim.
Aproveito o ensejo para, com ela, homenagear também a grande poeta Cecília Meireles.)
@as-nunes 

Tuesday, January 24, 2012

Uma rosa no inverno e a poesia de Cecília Meireles

Esta rosa pouco durou no meu jardim. O frio desfê-la rapidamente...
É mais uma das flores que nascem todos os anos no mesmo sítio, com a mesma disposição, meio desconfiada, escondida junto a um socalco em pedra...

SE EU FOSSE APENAS...

Se eu fosse apenas uma rosa,
com que prazer me desfolhava,
já que a vida é tão dolorosa
e não te sei dizer mais nada!

Se eu fosse apenas água ou vento,
com que prazer me desfaria,
como em teu próprio pensamento
vais desfazendo a minha vida!

Perdoa-me causar-te a mágoa
desta humana, amarga demora!
- de ser menos breve do que a água,
mais durável que o vento e a rosa...

Cecília Meireles




Nascida no Rio de Janeiro, em 1901, Cecília Meireles passou grande parte da sua vida em Portugal.
Em 1938 recebeu com Viagem , o prémio da Academia Brasileira de Letras, pela primeira vez concedida a uma mulher.
Em Agosto de 1949, Vitorino Nemésio dizia que os livros que publicara  até aí, faziam dela «um dos maiores líricos da língua portuguesa». E concluía: «grande poeta, em verdade, esta mulher brasileira, da linhagem de Camões, de Fr. Agostinho e António Nobre».
Faleceu em 1964. (mais)
-
Cecília Meireles será a próxima poeta a ser evocada no I Encontro de Poetas 2012 (próximo sábado), na Biblioteca Municipal de Alcanena, nos quais tenho vindo a participar, particularmente pela mão de minha mulher, Zaida Paiva Nunes (ela, sim, autêntica poetisa) e do grande poeta e declamador Soares Duarte. Temos ido, todos os meses, há já uns quantos anos, religiosamente, partindo de Leiria.
@as-nunes 

Thursday, November 17, 2011

IC36 prestes a entrar em serviço, após uma razia de floresta, nivelamento de montes e vales, poluição visual

Vale de Lobos e Telheiro; floresta e monte esventrados, habitações em equilíbrio instável
O IC36, obras imponentes, em pleno predomínio sobre a paisagem, ali era uma floresta de carvalhos, sobreiros e pinhal. Paciência? Alcatrão e betão antes de tudo? A qualquer preço? Em nome do desenvolvimento, do futuro? Futuro sem floresta?  Ali podia ter-se feito um túnel, evitava-se a destruição do meio ambiente à superfície,  respirava-se outro ar.
Não é só casmurrice da minha parte, ou será? Já nem sei que dizer, os jovens é que deviam ser chamados a dar a sua opinião acerca do que querem para o futuro do planeta.
Vale do Lis visto do Vidigal, via externa, as folhas outonais dos plátanos da quinta de S. Venâncio a acenarem-nos, de longe, como que a dizerem-nos adeus.
Inicio a subida da rua dos Lourais. Olá, anima-te, mostram-se-me estas rosas de todos os anos, dum meu vizinho.
O IC36 aqui mesmo ao pé, vai passar a ser um instante para se ir para a A1, A8, A17, A19. Viva, viva, tantas vias para andarmos de automóvel por aí fora, que importam as árvores, o Vale do Lis, o vale do Lena, os Pousos cortado ao meio?
-
18nov - 10h30 - últimas notícias do IC36:
Já se circula no IC36. Uma obra monumental, esperemos que não venha a ser mais uma obra faraónica. O impacte ambiental é tremendo. Ver-se o vale do Lis e as encostas dos dois lados - Nascente com o Vidigal, S. Romão , Pousos e Poente, Vale de Lobos e Telheiro -, de cima daquele viaduto de quase um quilómetro, como que a sobrevoar  com os pés assentes nas suas sapatas gigantescas, toda aquela zona mítica, parece que muitas e românticas referências de Leiria, se esfumaram em menos de um fósforo.
O Castelo de Leiria e o Santuário de N. Sra. da Encarnação a recortarem-se no horizonte, uma nova silhueta que ficou ao nosso alcance...

Que venha a ser para o bem das novas gerações... 

Tuesday, August 30, 2011

Os botões que já foram rosas...

clique para ampliar
Agora dorme esquecida,
Agora, já não é bela,
Ninguém celebra o seu nome,
Ninguém suspira por ela.


António Feliciano de Castilho


Tirei esta fotografia sentado à secretária em frente do computador, através da vidraça da janela.
Um intervalo ultra-romântico, nada sadio para me motivar ao trabalho que tinha pela frente.
A verdade é que o trabalho dos TOC nesta altura só muito excepcionalmente podem inspirar um poeta!... 
Daqui a 15 dias talvez consiga deixar de confundir poesia com fatalismo tétrico.


A propósito.....Faz de conta que estou no Facebook!............................


Economia - Bastonário dos TOC desiludido por despesa ser ignorada nas medidas orçamentais - RTP Noticias 


publicado
20:3831 agosto '11
......

Enquanto trabalho a fazer contas para pagar impostos ao Estado...


- 12h - 2/9/2011- Ouvi na Antena Um, (em síntese): o Ministro das Finanças descobriu mais um buraco; ao calçar as peúgas, hoje de manhã, reparou que tinham mais um buraco. Logo se pôs a pensar, alto, pausadamente... e concluiu que face a mais este buraco herdado do Governo anterior teria que tomar medidas imediatas e drásticas: a partir de logo à tarde o IVA passa a ser de 25%
.....





02-09-2011 12:08 - Pensamento positivo
Haverá um momento em que o governo vai perceber que a estratégia da depressão não funciona. Insistir que estamos mal mas ainda vamos estar pior no futuro, não é certamente a melhor maneira de animar as pessoas e, sobretudo, de relançar a economia. 
...
Jornal de Negócios - Leonel Moura
@as-nunes
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Friday, April 29, 2011

Lourais - Barreira -Leiria e as suas Rosas







Os olhares dos Lourais
Nesta Barreira altaneira
Nestas rosas sensuais
Mesmo aqui à minha beira


antónio nunes
(...)
Quantos versos mais não se poderiam escrever em homenagem a estas e outras rosas, de cá e de lá, do outro lado do Lis!?... 
@as-nunes
Assim,


As palavras,
escorregadias
nuvens aladas
quais enguias


aí vão elas
rio abaixo
tão singelas
num fogacho


não me fugissem
me permitissem


a todas as rosas
dedicar
um poema
até ao fim...


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Sunday, April 24, 2011

O Cravo e a Rosa

Inesperadamente, no meio das folhas duma «Selecta Literária» antiga, eis que encontro esta reprodução duma pintura com a boca.
Tão fresca que ela estaria nessa altura!
Será possível a reconciliação entre o cravo e a rosa?!...
Ou os ideais simbolizados por aquele cravo não passaram de uma utopia que fez sonhar uma geração?!...
-
Posted by Picasa(clic nas fotos  para ampliar)

Friday, April 22, 2011

Os Livros e as Rosas

Estou a tentar seguir o fio condutor do pensamento conservador, na óptica dum célebre autor americano.

Dias de temporal, veja-se o ar carrancudo do horizonte, na direcção das Cortes - Leiria, Sra. do Monte e Serra da Maúnça, quem está a olhar do lado da encosta onde assenta toda a freguesia da Barreira.

A beleza ímpar desta rosa, um amarelo nítido e fantástico!



Que o branco angélico destas rosas possa ser prenúncio de dias de paz para Portugal e o Mundo.
Neste dia tempestuoso, em que se comemora o Livro, como instrumento primordial da transmissão do pensamento, não resisti a dar visibilidade à Natureza e a alguns os seus retratos mais característicos desta época do ano.
-
Hoje, 23-4-2011 pelas 11h00, na Rádio Batalha, no programa de Soares Duarte, fala-se de Livros, enquanto se saboreiam umas amêndoas da Páscoa. Zaida Nunes vai intervir. Este vosso amigo também. Incidirei essa passagem pela rádio fazendo referência ao conteúdo agora e aqui exposto. Sucintamente, claro. Nada nem ninguém pode substituir um bom livro.
@as-nunes
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