Wednesday, May 31, 2006

TOC TOC TOC

Já cá estou dentro!... Posso entrar?
...

Afinal o batente tem que continuar até ao limite do tempo...

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asn

Monday, May 29, 2006

A VIDA ENTRE NÓS...

O "lingrinhas" apareceu aqui a rondar-nos a casa, magrito, quase esquelético, provavelmente abandonado pelos seus donos originais, ainda não sabemos o que lhe fazer, vamo-lo alimentando, é muito doce e não vê outro sol nem outra lua que não a Zaida.
Um aspecto duma arvoreta a que chamamos "limpa-garrafas"

Paisagem rústica, fetos, cardos, silvas, apesar de tudo, um aspecto da beleza estonteante da Natureza, na qual o Homem tem que se re-habituar a sentir integrado, como um todo indissociável, interdependentes em absoluto, que todos os seres vivos são. Não necessitamos de grandes explicações para nos provar esta verdade inquestionável. A Natureza é Deus.


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asn

PIADA SECA!




Tanto nos queixámos que o S. Pedro fez-nos a vontade!

Qualquer dia andamos para aqui a pedir batatinhas a todos os santinhos e santinhas e a fazer procissões para voltar a chover, que não há água, que queremos subsídios, etc. etc.

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asn

SERÁ QUE SIM?...


Quem souber o que é a vida dum TOC nesta época do ano, decerto compreenderá a razão!...
Deixem-me descansar, dois ou três dias que sejam!...Mesmo que só psicologicamente!

Sunday, May 28, 2006

Preparativos para o CALOR




O Tico e a Lala,


Antes e







Depois de
Preparados para o calor que se adivinha que vem por aí.

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PEQUINÊS
Padrão FCI: n° 207 / 01 de dezembro de 1997 / BR;
Origem: China
Nome de Origem: Pekingese
Utilização: Companhia.
Classificação FCI:
- Grupo 09 - Cães de Companhia;
- Seção 8 - Spaniels Japoneses e Pequinês;
- Sem prova de trabalho.
Atualizada em 06/01/2006
LINKS RELACIONADOS
- Padrão CBKC
ASPECTO GERAL
- pequeno, compacto, de aparência leonina, apresentando nobreza e qualidade, com expressão alerta e inteligente. Leal, destemido, reservado sem ser tímido ou agressivo.
• Peso
- machos: máximo 5 quilos.- fêmeas: máximo 5,5 quilos.Os machos parecem menores mas são surpreendentemente pesados quando no colo; ossatura pesada e construção robusta é essencial para a raça.
TEMPERAMENTO
- de aparência leonina com expressão alerta e inteligente. Corajoso, leal, indiferente sem ser tímido ou agressivo.
PELE
- Padrão não comenta
PELAGEM
- Pêlos: longa, lisa, com juba profusa que, envolvendo os ombros, forma uma capa em torno do pescoço. A pelagem externa é rústica, com subpelagem espessa. Franjas profusas nas orelhas, face posterior dos membros, cauda e nos dígitos.
COR
- todas as cores e marcações são admitidas e com mérito igual, exceto o albino ou fígado. Os particoloridos têm marcações bem distribuídas.
CABEÇA
- grande, proporcionalmente mais larga que profunda. Perfil chato com o nariz bem entre os olhos.
REGIÃO CRANIANA
• Crânio
- amplo, largo e chato entre as orelhas; não arqueado; largo entre as orelhas.
• Stop
- pronunciado.
REGIÃO FACIAL
• Focinho
- largo, bem enrugado com mandíbula firme.
• Trufa
- curta e larga, narinas grandes, abertas, pigmentação preta essencial.
• Lábios
- nivelados, pigmentação preta é essencial.
• Bochecha
- Padrão não comenta
• Mordedura
- maxilares firmes é essencial. Os dentes e a língua não devem ficar à mostra com a boca fechada.
• Olhos
- grandes, límpidos, redondos, escuros e brilhantes.
• Orelhas
- formato de coração, de inserção ao nível do crânio, portada rente à cabeça com franjas longas e profusas. A ponta da orelha não ultrapassa a linha do focinho.
PESCOÇO
- bastante curto e grosso.
TRONCO
• Dorso
- nivelado.
• Peito
- largo. Profundo entre os membros.
• Costelas
- bem arqueadas.
• Ventre
- Padrão não comenta
• Lombo
- com cintura bem marcada
• Garupa
- Padrão não comenta
MEMBROS
Anteriores - curtos, robustos, com ossatura pesada; ossos dos membros anteriores ligeiramente arqueados. Construção correta é essencial.
• Ombros
- com escápulas firmes.
• Patas
- grandes, chatas, não arredondadas. O cão deve ter bom apoio sobre as patas e não sobre os metacarpos. Levemente voltadas para fora.
Posteriores - membros posteriores apesar de mais leves que os anteriores são firmes e bem delineados. Construção correta é essencial.
• Jarretes
- juntos, sem fazer jarretes de vaca.
• Patas
- grandes, chatas, não arredondadas. O cão deve ter bom apoio sobre as patas.
CAUDA
- de inserção alta, portada firme e suavemente curvada sobre o dorso e para qualquer dos lados. Longas franjas.
MOVIMENTAÇÃO
- lenta, nobre andadura com oscilação (roll) nos anteriores. Este movimento típico não deve ser confundido com o oscilar, causado pela falta de firmeza dos ombros. Movimentação estreita nos membros posteriores.
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Como se vê, se se tivesse a intenção de concorrer para ganhar prémios, teria que se ter outros cuidados com o aspecto dos animais, nomeadamente, não lhe cortar o pêlo, mesmo que o calor aperte.
Cá em casa querem-se é para fazer companhia e que eles próprios se sintam felizes.
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asn

TEMPO de POUPA(r)...

(*imagem*)
A propósito do canto da poupa que ainda temos o privilégio de ouvir, nesta época do ano, os que vivem no campo.
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Casal de Ribafeita - Viseu. Fundo do Povo. Estaremos por volta de 1955. Havia uma taberna, que também era loja para todas as encomendas, desde produtos alimentares, vendidos à medida de volume, e demais mercadorias de primeira necessidade, para a época, numa aldeia, meio rural, agrícola e de pastoreio, centro, terras de Viriato. Uma parede lateral dessa taberna dava para os lados da fonte comunitária, águas límpidas, cristalinas, fresquíssimas, vindas da Serra, através de sistemas de encaminhamento artesanal.
Uma poupa frequentava um buraco existente naquela parede, a uma altura superior a dois homens. Lembro-me do cheiro fétido, mal nos aproximámos do ninho, depois de se colocar uma escada feita de troncos de pinheiro cortados ao meio no sentido do comprimento. Não fizémos mal às crias, que as poupas eram úteis à agricultura, pela bicharada nociva que comiam.
Mais recentemente, ainda se pode observar, no campo, a poupa em voo, irregular, nas suas cores e poupa garridas. Difícil associar o cheiro fétido dos seus ninhos às cores vistosas da sua plumagem.
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Tempos de todo o tempo
pu, pu, pu
Notas de poupança
Repete a tempos
A poupa, no seu chilreio
A lembrar
que é preciso poupar
Até que venha o centeio...

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"A poupa (Upupa epops), conhecida também como boubela, poupão, poupa-pão e poupinha, é a única ave coraciforme pertencente à família Upupidae e género Upupa. A distribuição geográfica da poupa é vasta e inclui todo o Velho Mundo, desde a Europa às zonas tropicais da Ásia, África (excepto zonas desérticas) e Madagascar. Em Portugal, a poupa pode ser observada em todo o território continental e no arquipélago da Madeira. Sabe-se que algumas populações são nómadas, mas o seu estatuto de ave residente ou migratória é ainda indefinido.
A poupa é uma ave de médio porte, com 25-27 cm de comprimento, cerca de 50 cm de envergadura e cauda relativamente longa.
...O seu canto é um característico hoop-hoop-hoop que pode ser repetido ao longo de vários minutos ( 5 minutos em média*).
O seu habitat preferencial é a
savana africana e zonas de vegetação rasteira na Europa e Ásia, sendo também relativamente comum em zonas agrícolas. A poupa alimenta-se de insectos e suas larvas, bem como de minhocas e outros anelídeos terrestres, pequenos anfíbios e por vezes pequenas cobras. Embora prefira alimentar-se no solo, é também capaz de caçar insectos em voo.
A época de reprodução decorre entre Agosto e Outubro, dependendo da distribuição geográfica. Cada postura contém 2 a 6 ovos de cor azul-esverdeada. Os juvenis chocam ao fim de cerca de 17 dias de incubação, da responsabilidade exclusiva da fémea, e permanecem no ninho durante cerca de um mês, recebendo os cuidados parentais de ambos os progenitores. A principal característica dos ninhos das poupas, construídos em cavidades de árvore, é talvez o seu cheiro fétido, extremamente desagradável. O mau cheiro não se deve a falta de higiene no ninho, pois é sabido que a fémea o limpa cuidadosamente de todos os detritos, mas representa uma estratégia contra predadores. A fémea e os juvenis desta espécie possuem uma glândula uropigial, capaz de segregar o líquido responsável pelo mau cheiro, que é expelido em caso de ameaça.
O estado de conservação da poupa é seguro, mas a espécie encontra-se em regressão na Europa. No último século desapareceu da
Suécia, Holanda, Bélgica e grande parte da Alemanha, sobretudo devido à alteração das práticas agrícolas e à introdução do uso de insecticidas. ..."
Retirado de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Poupa" (com algumas adaptações)
* De acordo com as minhas observações pessoais.
(*imagem*) In "AVES DE PORTUGAL" - ed. de Selecções do Reader´s Digest - 1978
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asn

Saturday, May 27, 2006

RÁDIO 93 FM - Stand na Feira de Maio 2006


Olá Bruno* (Se não for este o seu nome mandem-me um e-mail pf...). Foto do autor nos primeiros dias da Feira Anual, de Maio (que já foi de Março), em Leiria. Posted by Picasa

*NOTA POSTERIOR (30/6/2006, após recepção de resposta por e-mail, obrigado).

O repórter da fotografia chama-se DIOGO GUERRA. Desculpa lá, Diogo!

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# Este post era para ser colocado em http://viveremleiria.blogspot.com mas acabou por ficar alojado neste meu "dispersamente". Pois cá vai ficar.
Entretanto, se mais quiserem ficar a saber sobre esta rádio podem seguir o link:

A vida é feita de Acasos...de Momentos.

Por acaso passei e fixei aquela foto na objectiva. Por acaso, como radioamador, que o sou há muitos anos, acompanhei o processo de legalização das rádios locais, participei activamente nas primeiras experiências de emissões "piratas"...

Por acaso, sem qualquer intenção de promover esta rádio local, que também é de todo o lado através das suas emissões on-line.

Friday, May 26, 2006

ÁRVORES CENTENÁRIAS - 1.n


Vai iniciar-se uma exposição de árvores que, pelo seu porte, beleza e idade, bem podem considerar-se Árvores-Monumento.
Tal como os monumentos nacionais são preservados, existindo inclusivé, um Instituto chamado IPAR - Instituto do Património Arquitectónico, porque não constituir-se igualmente um IPAF - Instituto de Preservação do Património Artistico Florestal?
Todas as árvores que obedecessem a determinados critérios no enquadramento da sua raridade, porte, localização e idade, deveriam ser devidamente inventariadas e catalogadas para efeitos de preservação a todo o custo.
Aqui temos um eucalipto (ainda não tive oportunidade de o identificar correctamente) mas que, à partida, poderia ser incluído, desde já, nessa qualificação.
Fica localizado na estrada de terra batida (nesta data), que liga a extrema da Quinta da Serradinha/Telheiro com a Estrada das Cortes - Leria, junto às bombas de combustível.
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asn

TEMPO DE CEREJAS...e de MELROS!


Hoje, já eram para aí umas 9 horas da noite, cheguei tarde a casa, para jantar, os meus netos ficam cá para amanhã, a noite está cálida, o dia esteve de Verão, 30 e tal graus, antes de os convencer a irem para a cama, andámos pelo jardim, de lanterna. Lembrei-me que, se calhar a cerejeira estaria despida de frutos, que os melros os teriam tragado todos, como já vem sendo habitual nos anos anteriores. Para minha surpresa e encanto da Mafalda e do Gui, com a ajuda da luz artificial, demos com vários tufos de cerejas no meio da árvore, por entre as folhas.
Mas nota-se bem que os melros já lá andaram e se têm servido à vontade. Aliás, fazemos questão em que eles se sintam em casa. Façam favor, podem comer à vontade, que há-de chegar para todos!
Provámos as primeiras cerejas deste ano. Bem boas. Não admira que os melros, já com ninhadas novas a ensaiarem os primeiros passos e voos das suas vidas, as apreciem, como é notório na fotografia.
Boa noite.
Posted by Picasa


DEUS queira que o F´Santos não tenha razão nas suas congeminações humorísticas...
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asn

Thursday, May 25, 2006

TIMOR - SUGESTÃO de 1613


Segundo os seus dados biográficos, o autor deste livro, Pedro Vasconcelos, viveu intensamente, experiências de viagem por várias zonas do planeta, designadamente, pelas áreas de influência da Índia e Indonésia e por Timor. Daí nasceu, segundo confessa, este Romance.
Comecei e ler este trabalho, ainda antes de se terem precipitado os actuais acontecimentos trágicos que se estão a viver nesta antiga colónia portuguesa, ainda e sempre relacionados com os desentendimentos fratricidas e violentos naquela Ilha do Índico.
Tudo começou na ilha de Solor(*), na Insulíndia... Os Holandeses, em maior número e fortemente armados, estão a atacar o forte Português com três naus e outros barcos de menor porte, apoiados na artilharia e em guerreiros recrutados na área.
...
Não tenho muito tempo disponível para literaturas, nesta altura do ano, que sou Contabilista e tenho que ultimar os elementos de gestão e fiscais para apresentar ao Fisco. E a verdade é que os prazos estão, uns em dias finais e outros logo a seguir.
No entanto, dados esses acontecimentos trágicos vividos actualmente em Timor Loro Sae tenho vindo a fazer um esforço suplementar para conseguir adiantar a leitura deste livro, posso dizer emocionante e altamente esclarecedor das contingências vividas pelos portugueses naquela zona, sob a influência do nosso Império Colonial das Índias, e das lutas travadas com os Holandeses pelo domínio das rotas de navegação para o transporte e comércio das especiarias do Oriente, muito apreciadas e cobiçadas naquela época, séc. XVII. (*)
Para se avaliar da situação actual em Timor acompanhe-se as notícias que, hora a hora, nos estão a chegar através das agências. Já chegaram a Dili os primeiros soldados dum contingente de 1.300 soldados que a Austrália se prontificou a enviar para ajudar a pacificar os ânimos exaltados de alguns chefes/facções que sempre existiram em Timor. Os portugueses também vão enviar um contingente de mais de 100 sodados da GNR.
Entretanto, já há várias dezenas de mortos e feridos nos confrontos armados registados.
"Xanana retirou competências na área da segurança ao governo. O Presidente da República de Timor-Leste, Xanana Gusmão, anunciou hoje a decisão de retirar todas as competências na área da segurança ao governo liderado pelo primeiro- ministro Mari Alkatiri, revelou o gabinete da presidência à Agência Lusa.
«O presidente da República, na qualidade de chefe de Estado e de comandante supremo das forças armadas, chamou a si todo o controlo da segurança do país», explicou a mesma fonte.
A decisão é «consequência de consideração profunda sobre a deterioração da situação de segurança no país», acrescentou o gabinete da presidência, referindo que esta informação foi já enviada ao corpo diplomático acreditado em Díli.
O presidente da República fez esta declaração a partir da sua residência em Balibar.
Diário Digital / Lusa
25-05-2006 8:38:00"
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Veremos no que vai dar toda esta convulsão que se vive em Timor. Claro que as circunstâncias actuais são bem diferentes das que se verificaram aquando da revolta e subsequente massacre pelos Indonésios, a que se seguiu a Independência, dado o reaparecimento em cena - agora com mais vigor dado que a área está definitivamente catalogada como rica - dum outro elemento fundamental no puzzle: o petróleo, o sempre presente e intimamente ligado às grandes convulsões económico/sociais pelo Mundo fora, que é o Poder do Petróleo.
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(*) História de Timor a partir 1512
Só com a chegada dos Portugueses se abre em Timor o período propriamente histórico - pois só então foi na ilha a escrita. A conquista de Malaca em 1511 abrira aos portugueses o domínio dos mares da Insulíndia e do comércio das drogas e especiarias que se produziam nas diversas ilhas. A Timor atraiu-os o do sãndalo. As primeiras expedições comerciais dos portugueses à Insulíndia Oriental datam de1512; mas dirigiam-se às Molucas e não devem ter dado em 1514. A partir dessa data visitaram regularmente a ilha navios portugueses, que traziam de Malaca panos de algodão e objectos metálicos, como facas, espadas e machados, levando em troca sândalo, mel e cera. Na segunda metade do séc. XVI há notícias de se realizarem carreiras regulares não só de Malaca mas também de Macau - pois era a China o principal consumidor do sândalo. Não há porém qualquer traço de estabelecimento permanente de portugueses na ilha. O enraizamento da presença portuguesa em Timor não se deve, porém, aos comerciantes mas aos missionários. O primeiro de que há notícia certa foi o franciscano Fr. António Taveira, que em 1556 converteu numerosos nativos . Em 1561, o primeiro bispo de Malaca, D. Frei Jorge de Sta.Luiza, dominicano, enviou para a zona quatro dominicanos que se estabeleceram na ilha de Solor; daí irradiou, agora de modo sistemático, a acção missionária para as vizinhas ilhas de Adunara, Flores, Savu e Timor. Para defender dos mouros jaus e maçares o seu convento de Solor, os dominicanos construíram um forte; escolhido inicialmente pelos religiosos, o seu capitão começa no fim do século XVI a ser nomeado pelo vice-rei da Índia ou pelo próprio Rei. A entrada em cena dos Holandeses (c.1595) provoca o reforço e desenvolvimento da capitania; os ataques daqueles a Solor (desde 1613) levam à sua transferênciapara Larantuca, nas Flores (1637). Entretanto, em Timor a acção dos dominicanos convertia ao cristianismo diversos régulos que se iam colocando sob a suserania do rei de Portugal - entretanto assim, a pouco e pouco, a ilha na esfera de influência portuguesa, ora na dependência dos capitães de Larantuca, ora com capitães-mores privativos. O centro da presença portuguesa passa assim gradualmente das Flores para Timor. Para sede da capitania construiu-se, em 1646, no Cupão um forte - que logo em 1652 caiu em poder dos Holandeses. A capitania passou então para Lifau, no actual enclave de Oé-Cussi.

Wednesday, May 24, 2006

QUEM SOMOS NÓS?



Face a esta maravilha, Mar, Terra, Luz, Sombra, o planeta Terra em movimento, o incógnito, a Beleza do Infinito, a nossa mente a dispersar-se, mansamente, distraidamente, a raiva incontida perante a violência descontrolada e tola do Homem, que fazer?...
Homem, acorda e defende o Planeta onde vives.
Mas não te esqueças, nunca! Não vives sozinho!...
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asn
"A literatura não permite caminhar, mas permite respirar"
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Barthes, Roland

Monday, May 22, 2006

ARTE e LETRAS

Palamedesz., Anthonie (Dutch, 1601-73)

Elegant Company Gaming and Drinking
1632-34 Oil on panel
Richard Green Galleries, London.

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Em Leiria está em fase de formalização a AIALL - Associação Internacional de Arte e Letras de Leiria.
Presidente: Adélio Amaro (Editor e Jornalista); Vice-Presidente: Salanga (Artista plástico); Tesoureiro: Marcelo (Artista plástico).
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Seguindo o link recorda-se a reunião deliberativa da constituição da AIALL:
http://viveremleiria.blogspot.com/2006/03/aiall-artes-e-letras-em-plena-conjugao.html
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Um dos artistas plásticos fundadores:
jo.art@sapo.pt
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asn

QUE FAZER?

(clicar em cima da foto para melhor se ver...)


Ainda que mal pergunte. Que fazer num caso destes?
Passo a explicar. Um tanto vagamente, consegue-se ver, na fotografia, alguns gatos, que fazem parte de uma ninhada, têm um mês, mês e meio talvez, e nasceram no meio de fetos e mato dum terreno para construção, na minha rua, mesmo ao lado da minha casa.
Já temos cá em casa dois gatos, alimentamos solidariamente alguns outros, que foram aparecendo por estas bandas. A prole está a aumentar, pelos vistos. Que fazer? Deixar de alimentar, precariamente embora, que o nosso fundo de apoio alimentar aos bichos não suporta tais encargos por mais tempo, correndo-se o risco de começar a ver estes animais a vaguear com fome e a morrerem de doenças?
Não haverá quem queira tomar conta de alguns destes gatos, que é uma dor d´alma ver a mãe gata numa azáfama louca à procura de comida para poder alimentar os seus filhos?
Que fazer, deixá-los ao abandono? Que se governem sozinhos dirão alguns dos leitores!
Pois...

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NOVO LIVRO DE JÚLIA MONIZ

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Não sabe quem é Júlia Moniz? É natural, que ela própria não faz grande alarido para que o seu nome seja conhecido por todo o lado. Mas sempre vos poderei dizer que Júlia Moniz nasceu no lugar e fregesia da Barreira, concelho de Leiria, no ano de 1947. Descende de uma das famílias rurais mais numerosas e tradicionais desta freguesia.
Já publicou diversas obras em poesia e em prosa, sendo que a última, em co-autoria com António Rodrigues a Cruz, em Maio de 2004, se intitula "Tardes de Domingo". Dissertam - e com que maestria - sobre esta terra, as suas gentes e a sua história.
Lembrei-me de colocar este "post", uma mera e simples fotografia dum folheto anúncio do lançamento dum outro seu livro, que, muito francamente, pelo que já conversei com a autora, penso que será muito interessante, comovente e inspirado em documentos familiares do tempo das invasões francesas que, como se sabe, martirizaram - e de que maneira - toda esta zona de Leiria.
D. Júlia Moniz, espero não estar a cometer nenhuma inconfidência imperdoável!
No dia 11 de Junho, lá estarei no Solar do Visconde. Se Deus quiser!
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PS: Júlia Moniz escreveu o Prefácio dum livro por mim publicado no ano passado, sob o título "Caminhos Entrelaçados - na freguesia da Barreira", resultado da minha experiência de membro da Junta desta freguesia, para a qual vim morar há 13 anos. Muito simplesmente, um Ensaio Monográfico e Histórico desta freguesia, que eu fiquei a conhecer por dentro, nalguns dos seus encantos e recantos, mas que muitos outros não fui ainda capaz de decifrar.

Sunday, May 21, 2006

EÇA de QUEIROZ e os políticos.

(clic em cima da imagem para poder ler com facilidade) Hoje, como no tempo de Eça - Crises políticas e sociais sucessivamente adiadas. Já lá vão 139 anos e a ideia que fazemos dos políticos que têm governado o nosso país continua a ser a mesma: nulos a resolver crises.

(Enviado por e-mail por Mário Freitas)

DISPAROS EM TODAS AS DIRECÇÕES



(Será que a vida está assim em todo o lado?)
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asn

Saturday, May 20, 2006

MULTIDÃO COM OS FINALISTAS


Um aspecto da multidão, que acompanhou os finalistas universitários da Academia Leiriense, na sua festa religiosa da benção das pastas.

- foto tirada do 1º andar da Casa dos Paivas, onde estou a trabalhar...neste momento a fazer um intervalo para documentar esta ocasião neste meu blog.
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asn
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LEIRIA ACADÉMICA e CATÓLICA


Missa da bênção das Pastas dos finalistas universitários na Sé de Leiria. Foto tirada pelas 17h30 no interior da Sé, completamente cheia. Muitas centeas de pessoas, familiares e amigos dos estudantes com toda a certeza, cá fora no Adro e no Largo da Sé e redondezas, muita gente nos cafés. Também havia muita animação de estudantes a festejar efusivamente com canções académicas bem regadas com cerveja. Bem os vi - onde está o espanto? - quando tive que sair um bocadito para espairecer e tomar um café. Tive que ir à Praça Rodrigues Lobo, que aqui ao lado, no Café/Restaurante do Filipe não havia espaço para mais ninguém. Estava a abarrotar de estudantes envoltos nas suas capas e batinas pretas, muitos de chapéu preto de aba larga.
Uma festa de tradição, fé e orgulho por se ter atingido o objectivo de finalizar um curso Universitário. Quer para os estudantes quer para os seus familiares.
Muitas felicidades e sorte é o que se deseja, de que bem vão precisar no Futuro que por aí vem, sorrateiro e matreiro. Que estes nossos estudantes venham a ser capazes de tornear as dificuldades que se adivinham nas brumas do horizonte da vida actual!...
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